Estava apaixonada, achava-o lindo, cheio de charme, muito divertido, amoroso mas não tinha qualquer noção se era correspondida.
Lá no fundo, Luiza tinha esperança que sim e estava muito nervosa para a festa de logo a noite. Era 'a' festa daquele verão e a sua emoção era enorme.
Desafortunadamente, naquela noite, 'da idade', tinha uma enorme borbulha, saliente, no queixo.
Com o seu pessimismo habitual, Luiza pensava: “a borbulha é ‘horripiles’, ‘que vergonha’, mas não tem problema nenhum - o António não gostaria dela, por amor, com certeza, seria impossível.”
De qualquer maneira, levou toda a tarde a embelezar-se. Luiza e as suas grandes amigas.
Estava, e sentia-se, muito bonita mas a borbulha lá continuava…
Ao chegar a festa, os nervos eram cada vez maiores.
Quando viu António, os seus olhos sorriam, as suas bochechas flamejavam e os e as dele também. A ele apenas lhe faltava a terrível borbulha.
Aproximaram-se, timidamente, e desde aí passaram a noite, juntos. Muito divertidos, riram e dançaram, a noite inteira, até caírem, sentados, num sofá, de cansaço.
A borbulha não mais tinha sido lembrada.
Foi nesse sofá, quando António olhou para Luiza e disse: "-Luiza, gosto muito de ti, queres ter namoro comigo?" Luiza olhou-o, apaixonadamente, e disse: "-Acho que sim..." ('se gosta de mim também gosta da minha borbulha', pensou).
António colocou-lhe as duas mãos no rosto e beijo-a na boca. Um beijo que ela não mais esqueceu.
A partir desse momento tornaram-se, oficialmente, namorados, tal e qual como os dois tinham sonhado.
Não obstante, a borbulha tardou mais uns dias.
Foram -um verão e um inverno- de sonho e gargalhadas.
O Amor não olha a borbulhas.
O Amor olha à pureza e desinteresse dos sentimentos.
O Amor exige divertimento.
Lá no fundo, Luiza tinha esperança que sim e estava muito nervosa para a festa de logo a noite. Era 'a' festa daquele verão e a sua emoção era enorme.
Desafortunadamente, naquela noite, 'da idade', tinha uma enorme borbulha, saliente, no queixo.
Com o seu pessimismo habitual, Luiza pensava: “a borbulha é ‘horripiles’, ‘que vergonha’, mas não tem problema nenhum - o António não gostaria dela, por amor, com certeza, seria impossível.”
De qualquer maneira, levou toda a tarde a embelezar-se. Luiza e as suas grandes amigas.
Estava, e sentia-se, muito bonita mas a borbulha lá continuava…
Ao chegar a festa, os nervos eram cada vez maiores.
Quando viu António, os seus olhos sorriam, as suas bochechas flamejavam e os e as dele também. A ele apenas lhe faltava a terrível borbulha.
Aproximaram-se, timidamente, e desde aí passaram a noite, juntos. Muito divertidos, riram e dançaram, a noite inteira, até caírem, sentados, num sofá, de cansaço.
A borbulha não mais tinha sido lembrada.
Foi nesse sofá, quando António olhou para Luiza e disse: "-Luiza, gosto muito de ti, queres ter namoro comigo?" Luiza olhou-o, apaixonadamente, e disse: "-Acho que sim..." ('se gosta de mim também gosta da minha borbulha', pensou).
António colocou-lhe as duas mãos no rosto e beijo-a na boca. Um beijo que ela não mais esqueceu.
A partir desse momento tornaram-se, oficialmente, namorados, tal e qual como os dois tinham sonhado.
Não obstante, a borbulha tardou mais uns dias.
Foram -um verão e um inverno- de sonho e gargalhadas.
O Amor não olha a borbulhas.
O Amor olha à pureza e desinteresse dos sentimentos.
O Amor exige divertimento.
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